
Angola registou mais de 28 milhões de subscritores de serviços móveis e cerca de 16 milhões de utilizadores de banda larga, anunciou esta quinta-feira, 26 de Março, na província de Malanje, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Mário Oliveira. Os dados revelam um crescimento significativo do sector, mas também evidenciam desafios persistentes em termos de cobertura, qualidade de serviço e inclusão digital.
Apesar dos avanços alcançados, o governante reconheceu que o país ainda está aquém das metas definidas no Plano de Desenvolvimento Nacional. “Ainda não estamos satisfeitos. Temos consciência de que é necessário fazer mais, melhorar a qualidade dos serviços, reforçar os indicadores do sector e aumentar o contributo para o Produto Interno Bruto”, afirmou, sublinhando o compromisso do Executivo em acelerar reformas estruturantes.
Actualmente, Angola opera com tecnologias 3G e 4G em expansão, ao mesmo tempo que prepara o terreno para a implementação do 5G. Este salto tecnológico deverá impulsionar a economia digital, aumentar a velocidade de conexão e criar novas oportunidades nos sectores produtivos, desde a indústria à educação e saúde.
Entre os projectos estruturantes em curso, destaca-se a expansão da rede nacional de banda larga e de fibra óptica, incluindo iniciativas lideradas pela Angola Telecom e pela Rede Nacional de Transporte de Electricidade (RNT). Está igualmente em preparação a implementação de um cabo submarino doméstico de fibra óptica, que irá interligar as principais cidades costeiras, com ligação estratégica ao Corredor do Lobito e a cabos submarinos internacionais, reforçando a conectividade global do país.
O ministro destacou também o impacto do projecto Conect Angola, suportado pelo satélite AngoSat-2, que tem permitido levar conectividade a zonas remotas e de difícil acesso. Paralelamente, a construção do Data Center Nacional surge como uma peça-chave para garantir maior segurança da informação e reforçar a soberania digital de Angola.
No domínio espacial, o desenvolvimento do satélite de observação da Terra, ANGEO-1, vai apoiar sectores estratégicos como a agricultura, o ordenamento do território, o ambiente, a indústria mineira e o controlo fronteiriço. A iniciativa deverá fornecer dados críticos para a tomada de decisões e para o planeamento sustentável do país.
Outro destaque vai para o projecto “Iluminar”, que visa promover a partilha de infra-estruturas entre operadores e permitir o roaming nacional. Os primeiros sites piloto já estão instalados na localidade de Maria Teresa, no Cuanza-Norte, estando prevista a implementação de mais de 50 estações numa primeira fase, com impacto directo na melhoria da cobertura em zonas menos servidas.
No sector da Comunicação Social, o MINTTICS reafirma o compromisso com a modernização tecnológica e a capacitação dos profissionais, bem como com o combate à desinformação. Estão em curso projectos como a segunda fase de modernização da Televisão Pública de Angola, a expansão da Rádio Nacional de Angola e a reestruturação do sector editorial, com a fusão da gráfica Damer com as Edições Novembro.
Com este conjunto de investimentos, o Executivo pretende consolidar as bases para uma economia digital robusta, inclusiva e sustentável. “Estamos a trabalhar para garantir soberania digital, aumentar a conectividade e criar condições para o crescimento económico do país”, concluiu o ministro, reforçando a visão estratégica para o futuro tecnológico de Angola
Angola registou mais de 28 milhões de subscritores de serviços móveis e cerca de 16 milhões de utilizadores de banda larga, anunciou esta quinta-feira, 26 de Março, na província de Malanje, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Mário Oliveira. Os dados revelam um crescimento significativo do sector, mas também evidenciam desafios persistentes em termos de cobertura, qualidade de serviço e inclusão digital.
Apesar dos avanços alcançados, o governante reconheceu que o país ainda está aquém das metas definidas no Plano de Desenvolvimento Nacional. “Ainda não estamos satisfeitos. Temos consciência de que é necessário fazer mais, melhorar a qualidade dos serviços, reforçar os indicadores do sector e aumentar o contributo para o Produto Interno Bruto”, afirmou, sublinhando o compromisso do Executivo em acelerar reformas estruturantes.
Actualmente, Angola opera com tecnologias 3G e 4G em expansão, ao mesmo tempo que prepara o terreno para a implementação do 5G. Este salto tecnológico deverá impulsionar a economia digital, aumentar a velocidade de conexão e criar novas oportunidades nos sectores produtivos, desde a indústria à educação e saúde.
Entre os projectos estruturantes em curso, destaca-se a expansão da rede nacional de banda larga e de fibra óptica, incluindo iniciativas lideradas pela Angola Telecom e pela Rede Nacional de Transporte de Electricidade (RNT). Está igualmente em preparação a implementação de um cabo submarino doméstico de fibra óptica, que irá interligar as principais cidades costeiras, com ligação estratégica ao Corredor do Lobito e a cabos submarinos internacionais, reforçando a conectividade global do país.
O ministro destacou também o impacto do projecto Conect Angola, suportado pelo satélite AngoSat-2, que tem permitido levar conectividade a zonas remotas e de difícil acesso. Paralelamente, a construção do Data Center Nacional surge como uma peça-chave para garantir maior segurança da informação e reforçar a soberania digital de Angola.
No domínio espacial, o desenvolvimento do satélite de observação da Terra, ANGEO-1, vai apoiar sectores estratégicos como a agricultura, o ordenamento do território, o ambiente, a indústria mineira e o controlo fronteiriço. A iniciativa deverá fornecer dados críticos para a tomada de decisões e para o planeamento sustentável do país.
Outro destaque vai para o projecto “Iluminar”, que visa promover a partilha de infra-estruturas entre operadores e permitir o roaming nacional. Os primeiros sites piloto já estão instalados na localidade de Maria Teresa, no Cuanza-Norte, estando prevista a implementação de mais de 50 estações numa primeira fase, com impacto directo na melhoria da cobertura em zonas menos servidas.
No sector da Comunicação Social, o MINTTICS reafirma o compromisso com a modernização tecnológica e a capacitação dos profissionais, bem como com o combate à desinformação. Estão em curso projectos como a segunda fase de modernização da Televisão Pública de Angola, a expansão da Rádio Nacional de Angola e a reestruturação do sector editorial, com a fusão da gráfica Damer com as Edições Novembro.
Com este conjunto de investimentos, o Executivo pretende consolidar as bases para uma economia digital robusta, inclusiva e sustentável. “Estamos a trabalhar para garantir soberania digital, aumentar a conectividade e criar condições para o crescimento económico do país”, concluiu o ministro, reforçando a visão estratégica para o futuro tecnológico de Angola