
O Secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa, defendeu, nesta sexta-feira, 20 de Março, em Luanda, a necessidade de investimentos estruturantes para melhorar o funcionamento do sistema de saúde em Angola e no continente africano.
A intervenção foi feita durante a abertura da I Conferência da Economia & Mercado sobre Saúde, realizada no Hotel EPIC SANA, sob o lema da modernização da rede hospitalar, melhoria dos serviços e desenvolvimento da indústria farmacêutica e de equipamentos médicos.
O governante destacou áreas prioritárias como o reforço do financiamento do sector da saúde, defendendo a sua maior inclusão no Orçamento Geral do Estado, com foco nos cuidados primários. Apontou ainda a importância do desenvolvimento do seguro nacional de saúde e da aposta em parcerias público-privadas para impulsionar a produção local de medicamentos, vacinas e outros produtos essenciais, reduzindo a dependência externa.
A conferência contou também com a presença de várias figuras do sector empresarial e institucional, entre as quais Sérgio Miranda, Justin Gavanescu, Carla Queiroz e Júlio de Oliveira.
Durante o seu discurso, Carlos Alberto Pinto de Sousa sublinhou ainda a necessidade de diversificar as fontes de financiamento e garantir boa governação, eficiência e equidade no sistema de saúde.
Como perspectivas futuras, o responsável destacou a continuidade dos programas de formação de profissionais, o reforço da capacitação técnica e económica dos trabalhadores e a garantia de recursos humanos qualificados, capazes de sustentar o crescimento e a modernização do sector a longo prazo.
Além disso, os participantes defenderam a adopção de soluções tecnológicas inovadoras para acelerar a transformação digital no sector da saúde, incluindo a implementação de sistemas integrados de gestão hospitalar e o reforço da telemedicina, como forma de ampliar o acesso aos serviços em zonas mais remotas do país.
Por outro lado, especialistas alertaram para a urgência de melhorar as infra-estruturas sanitárias e fortalecer a cadeia de abastecimento de medicamentos e equipamentos médicos, considerando estes factores determinantes para aumentar a capacidade de resposta do sistema nacional de saúde e garantir maior qualidade no atendimento à população.
O Secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa, defendeu, nesta sexta-feira, 20 de Março, em Luanda, a necessidade de investimentos estruturantes para melhorar o funcionamento do sistema de saúde em Angola e no continente africano.
A intervenção foi feita durante a abertura da I Conferência da Economia & Mercado sobre Saúde, realizada no Hotel EPIC SANA, sob o lema da modernização da rede hospitalar, melhoria dos serviços e desenvolvimento da indústria farmacêutica e de equipamentos médicos.
O governante destacou áreas prioritárias como o reforço do financiamento do sector da saúde, defendendo a sua maior inclusão no Orçamento Geral do Estado, com foco nos cuidados primários. Apontou ainda a importância do desenvolvimento do seguro nacional de saúde e da aposta em parcerias público-privadas para impulsionar a produção local de medicamentos, vacinas e outros produtos essenciais, reduzindo a dependência externa.
A conferência contou também com a presença de várias figuras do sector empresarial e institucional, entre as quais Sérgio Miranda, Justin Gavanescu, Carla Queiroz e Júlio de Oliveira.
Durante o seu discurso, Carlos Alberto Pinto de Sousa sublinhou ainda a necessidade de diversificar as fontes de financiamento e garantir boa governação, eficiência e equidade no sistema de saúde.
Como perspectivas futuras, o responsável destacou a continuidade dos programas de formação de profissionais, o reforço da capacitação técnica e económica dos trabalhadores e a garantia de recursos humanos qualificados, capazes de sustentar o crescimento e a modernização do sector a longo prazo.
Além disso, os participantes defenderam a adopção de soluções tecnológicas inovadoras para acelerar a transformação digital no sector da saúde, incluindo a implementação de sistemas integrados de gestão hospitalar e o reforço da telemedicina, como forma de ampliar o acesso aos serviços em zonas mais remotas do país.
Por outro lado, especialistas alertaram para a urgência de melhorar as infra-estruturas sanitárias e fortalecer a cadeia de abastecimento de medicamentos e equipamentos médicos, considerando estes factores determinantes para aumentar a capacidade de resposta do sistema nacional de saúde e garantir maior qualidade no atendimento à população.