
O secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa, afirmou que a estratégia do Executivo angolano passa por fortalecer a coesão e a capacidade das equipas no sector, mais do que apostar apenas na formação individual. A declaração foi feita esta sexta-feira, 20 de Março, em Luanda, durante uma intervenção centrada na melhoria da qualidade dos serviços de saúde no país.
Segundo o governante, “nós não estamos a fazer formação da carta, mas sim, de equipa”, sublinhando que o foco deve estar na criação de grupos de trabalho sólidos, capazes de responder de forma integrada aos desafios do sistema nacional de saúde. Para Carlos Alberto Pinto de Sousa, a eficácia dos serviços depende não apenas da qualificação técnica dos profissionais, mas sobretudo da articulação entre diferentes especialidades e níveis de atendimento.
O responsável destacou que esta abordagem permite melhorar a resposta às necessidades da população, reduzindo falhas no atendimento e promovendo uma maior eficiência na gestão dos recursos disponíveis. Acrescentou que a aposta em equipas multidisciplinares é essencial para enfrentar problemas complexos de saúde pública, que exigem coordenação e partilha de conhecimentos entre os profissionais.
No entanto, o secretário de Estado frisou que o reforço das equipas deve ser acompanhado por medidas estruturais que garantam a sustentabilidade do sector. Neste sentido, apontou o investimento privado como um dos próximos passos fundamentais para impulsionar o desenvolvimento da saúde em Angola, sobretudo em áreas estratégicas ainda pouco exploradas.
Como exemplo, destacou a necessidade de desenvolver a indústria farmacêutica nacional, considerando que o país não pode continuar excessivamente dependente da importação de medicamentos e produtos hospitalares. Para o governante, a produção local representa uma oportunidade para reduzir custos, garantir maior autonomia e assegurar o abastecimento regular das unidades sanitárias.
Carlos Alberto Pinto de Sousa concluiu que a conjugação entre o fortalecimento das equipas de saúde e o incentivo ao investimento privado poderá representar um avanço significativo para o sistema de saúde angolano, contribuindo para uma resposta mais eficaz, acessível e sustentável às necessidades da população.
O secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Alberto Pinto de Sousa, afirmou que a estratégia do Executivo angolano passa por fortalecer a coesão e a capacidade das equipas no sector, mais do que apostar apenas na formação individual. A declaração foi feita esta sexta-feira, 20 de Março, em Luanda, durante uma intervenção centrada na melhoria da qualidade dos serviços de saúde no país.
Segundo o governante, “nós não estamos a fazer formação da carta, mas sim, de equipa”, sublinhando que o foco deve estar na criação de grupos de trabalho sólidos, capazes de responder de forma integrada aos desafios do sistema nacional de saúde. Para Carlos Alberto Pinto de Sousa, a eficácia dos serviços depende não apenas da qualificação técnica dos profissionais, mas sobretudo da articulação entre diferentes especialidades e níveis de atendimento.
O responsável destacou que esta abordagem permite melhorar a resposta às necessidades da população, reduzindo falhas no atendimento e promovendo uma maior eficiência na gestão dos recursos disponíveis. Acrescentou que a aposta em equipas multidisciplinares é essencial para enfrentar problemas complexos de saúde pública, que exigem coordenação e partilha de conhecimentos entre os profissionais.
No entanto, o secretário de Estado frisou que o reforço das equipas deve ser acompanhado por medidas estruturais que garantam a sustentabilidade do sector. Neste sentido, apontou o investimento privado como um dos próximos passos fundamentais para impulsionar o desenvolvimento da saúde em Angola, sobretudo em áreas estratégicas ainda pouco exploradas.
Como exemplo, destacou a necessidade de desenvolver a indústria farmacêutica nacional, considerando que o país não pode continuar excessivamente dependente da importação de medicamentos e produtos hospitalares. Para o governante, a produção local representa uma oportunidade para reduzir custos, garantir maior autonomia e assegurar o abastecimento regular das unidades sanitárias.
Carlos Alberto Pinto de Sousa concluiu que a conjugação entre o fortalecimento das equipas de saúde e o incentivo ao investimento privado poderá representar um avanço significativo para o sistema de saúde angolano, contribuindo para uma resposta mais eficaz, acessível e sustentável às necessidades da população.