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A obra de António Ole voltou ao centro do debate artístico em Luanda, numa conversa promovida pela Galeria Plano B – Ocirema, que reuniu vozes influentes das artes e da cultura angolana para reflectir sobre o percurso e a relevância do artista.
O encontro teve como ponto de partida o texto do jornalista e autor Filipe Correia de Sá, intitulado “O António e o Ole: tríptico com diálogo, criatividade e renascimento na arte”. O ensaio propõe uma leitura sobre três obras originais pintadas à mão esquerda por António Ole e posteriormente editadas em serigrafia artística, funcionando como mote para uma reflexão mais ampla sobre a sua contribuição para a arte contemporânea.
Realizada no Hotel Continental Horizonte, a sessão juntou artistas, autores, jornalistas e agentes culturais, num ambiente marcado pela partilha de experiências e pela análise crítica do papel da arte na sociedade. Ao longo do encontro, foi destacada não apenas a dimensão estética da obra de Ole, mas também a sua profundidade humana e a forma como dialoga com a realidade angolana.
Na abertura, Aladino Jasse sublinhou a importância de iniciativas que aproximem o público da criação artística nacional. Para o responsável, a valorização da arte passa também pela criação de espaços de diálogo e reflexão que permitam compreender melhor o seu impacto na construção da memória cultural.
Durante a conversa, Filipe Correia de Sá destacou a singularidade do olhar do artista, defendendo que a arte tem a capacidade de revelar aquilo que muitas vezes permanece invisível no quotidiano. Uma ideia que atravessou toda a sessão: a de que o artista não apenas representa a realidade, mas amplia-a.
Também o artista plástico Mário Tendinha evocou o percurso de António Ole, sublinhando a consistência e a permanente capacidade de reinvenção ao longo de décadas. Já o dramaturgo Mena Abrantes trouxe uma dimensão mais pessoal ao debate, recordando momentos de convivência e colaboração que testemunham o impacto duradouro do artista no panorama cultural do país.
A sessão terminou com um momento de convívio entre os participantes, prolongando o diálogo para além das palavras formais e reforçando o papel da arte como espaço de encontro.
Com esta iniciativa, a Galeria Plano B – Ocirema reafirma o seu compromisso com a promoção da arte angolana e com a criação de pontes entre criadores, público e pensamento crítico.
A obra de António Ole voltou ao centro do debate artístico em Luanda, numa conversa promovida pela Galeria Plano B – Ocirema, que reuniu vozes influentes das artes e da cultura angolana para reflectir sobre o percurso e a relevância do artista.
O encontro teve como ponto de partida o texto do jornalista e autor Filipe Correia de Sá, intitulado “O António e o Ole: tríptico com diálogo, criatividade e renascimento na arte”. O ensaio propõe uma leitura sobre três obras originais pintadas à mão esquerda por António Ole e posteriormente editadas em serigrafia artística, funcionando como mote para uma reflexão mais ampla sobre a sua contribuição para a arte contemporânea.
Realizada no Hotel Continental Horizonte, a sessão juntou artistas, autores, jornalistas e agentes culturais, num ambiente marcado pela partilha de experiências e pela análise crítica do papel da arte na sociedade. Ao longo do encontro, foi destacada não apenas a dimensão estética da obra de Ole, mas também a sua profundidade humana e a forma como dialoga com a realidade angolana.
Na abertura, Aladino Jasse sublinhou a importância de iniciativas que aproximem o público da criação artística nacional. Para o responsável, a valorização da arte passa também pela criação de espaços de diálogo e reflexão que permitam compreender melhor o seu impacto na construção da memória cultural.
Durante a conversa, Filipe Correia de Sá destacou a singularidade do olhar do artista, defendendo que a arte tem a capacidade de revelar aquilo que muitas vezes permanece invisível no quotidiano. Uma ideia que atravessou toda a sessão: a de que o artista não apenas representa a realidade, mas amplia-a.
Também o artista plástico Mário Tendinha evocou o percurso de António Ole, sublinhando a consistência e a permanente capacidade de reinvenção ao longo de décadas. Já o dramaturgo Mena Abrantes trouxe uma dimensão mais pessoal ao debate, recordando momentos de convivência e colaboração que testemunham o impacto duradouro do artista no panorama cultural do país.
A sessão terminou com um momento de convívio entre os participantes, prolongando o diálogo para além das palavras formais e reforçando o papel da arte como espaço de encontro.
Com esta iniciativa, a Galeria Plano B – Ocirema reafirma o seu compromisso com a promoção da arte angolana e com a criação de pontes entre criadores, público e pensamento crítico.