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Rabat será palco de um momento que ultrapassa os 90 minutos. No próximo 18 de Janeiro de 2026, Marrocos e Senegal enfrentam-se na final da Copa Africana de Nações 2025, num duelo que simboliza ambição, maturidade futebolística e a tentativa de reescrever a própria história no continente.
Ambas as selecções chegam à decisão com percursos sólidos, reconhecimento internacional crescente, mas ainda com um número reduzido de títulos absolutos na principal competição africana. É precisamente essa escassez que torna a final ainda mais simbólica.
Os Leões do Atlas vivem um dos períodos mais respeitados da sua história. A campanha memorável no Mundial de 2022, onde se tornaram a primeira selecção africana a alcançar uma meia-final, elevou o estatuto do futebol marroquino a um novo patamar.
No entanto, na Copa Africana de Nações, o currículo permanece modesto. Marrocos conquistou apenas um título, em 1976, na Etiópia. Desde então, tem coleccionado boas campanhas, mas sem repetir o feito. A presença na final de 2025 representa mais do que uma oportunidade de troféu: é a tentativa de alinhar o sucesso continental com o prestígio internacional já conquistado.
Senegal: o presente de um projecto bem-sucedido
Do outro lado estará um Senegal mais habituado a decisões recentes. Os Leões de Teranga alcançaram o auge em 2022, quando conquistaram o primeiro título da sua história, derrotando o Egipto na final, após uma dramática decisão por grandes penalidades.
A vitória, selada pelo penálti decisivo de Sadio Mané, foi o culminar de um projecto desportivo de longo prazo, assente em formação, organização e continuidade. Desde então, o Senegal consolidou-se como uma das selecções mais consistentes de África, chegando à final de 2025 com estatuto e confiança.
O histórico de confrontos entre marroquinos e senegaleses aponta para equilíbrio e jogos intensos. Em Agosto de 2025, ambas as selecções empataram 1-1 numa meia-final da CAN, com Marrocos a levar a melhor nas grandes penalidades. Já em Dezembro de 2021, num amistoso internacional, os Leões do Atlas venceram por 1-0.
São duelos marcados por respeito táctico, força física e decisões apertadas ingredientes que aumentam a expectativa para a final em Rabat.
Para o Senegal, vencer significaria confirmar uma hegemonia recente e transformar um sucesso isolado numa era vencedora. Para Marrocos, o triunfo representaria o regresso ao topo africano quase cinco décadas depois, perante o seu público.
A final da CAN 2025 não será apenas a consagração de um campeão. Será um teste à memória, ao presente e ao futuro de duas nações que já provaram o seu valor e que agora querem mais do que respeito: querem supremacia.
Rabat será palco de um momento que ultrapassa os 90 minutos. No próximo 18 de Janeiro de 2026, Marrocos e Senegal enfrentam-se na final da Copa Africana de Nações 2025, num duelo que simboliza ambição, maturidade futebolística e a tentativa de reescrever a própria história no continente.
Ambas as selecções chegam à decisão com percursos sólidos, reconhecimento internacional crescente, mas ainda com um número reduzido de títulos absolutos na principal competição africana. É precisamente essa escassez que torna a final ainda mais simbólica.
Os Leões do Atlas vivem um dos períodos mais respeitados da sua história. A campanha memorável no Mundial de 2022, onde se tornaram a primeira selecção africana a alcançar uma meia-final, elevou o estatuto do futebol marroquino a um novo patamar.
No entanto, na Copa Africana de Nações, o currículo permanece modesto. Marrocos conquistou apenas um título, em 1976, na Etiópia. Desde então, tem coleccionado boas campanhas, mas sem repetir o feito. A presença na final de 2025 representa mais do que uma oportunidade de troféu: é a tentativa de alinhar o sucesso continental com o prestígio internacional já conquistado.
Senegal: o presente de um projecto bem-sucedido
Do outro lado estará um Senegal mais habituado a decisões recentes. Os Leões de Teranga alcançaram o auge em 2022, quando conquistaram o primeiro título da sua história, derrotando o Egipto na final, após uma dramática decisão por grandes penalidades.
A vitória, selada pelo penálti decisivo de Sadio Mané, foi o culminar de um projecto desportivo de longo prazo, assente em formação, organização e continuidade. Desde então, o Senegal consolidou-se como uma das selecções mais consistentes de África, chegando à final de 2025 com estatuto e confiança.
O histórico de confrontos entre marroquinos e senegaleses aponta para equilíbrio e jogos intensos. Em Agosto de 2025, ambas as selecções empataram 1-1 numa meia-final da CAN, com Marrocos a levar a melhor nas grandes penalidades. Já em Dezembro de 2021, num amistoso internacional, os Leões do Atlas venceram por 1-0.
São duelos marcados por respeito táctico, força física e decisões apertadas ingredientes que aumentam a expectativa para a final em Rabat.
Para o Senegal, vencer significaria confirmar uma hegemonia recente e transformar um sucesso isolado numa era vencedora. Para Marrocos, o triunfo representaria o regresso ao topo africano quase cinco décadas depois, perante o seu público.
A final da CAN 2025 não será apenas a consagração de um campeão. Será um teste à memória, ao presente e ao futuro de duas nações que já provaram o seu valor e que agora querem mais do que respeito: querem supremacia.