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O Instituto Nacional da Criança (INAC) assinalou, na última semana, 980 denúncias de violência contra crianças em várias províncias do país, informou o Novo Jornal nesta terça-feira.
Segundo o relatório, 29 casos foram de abuso sexual, 95 de agressão física e psicológica, 223 de exploração de trabalho infantil e 229 referentes a fuga à paternidade.
O serviço S.O.S do INAC recebeu ainda várias denúncias de falta de prestação de alimentos e situações de crianças em condição de vulnerabilidade social.
Entre os casos mais chocantes reportados, uma menina de oito anos foi abusada sexualmente por dois homens, um primo e um conhecido, de 22 e 25 anos, na Camama, Luanda, aproveitando-se da ausência dos pais da criança.
No Kwanza-Sul, sete adolescentes com idades entre os 12 e os 14 anos foram explorados durante meses numa fazenda, trabalhando sob coacção e sem descanso.
Perante estes números, a direcção do INAC apela às populações para que denunciem qualquer situação de violência contra crianças através da linha 15015 ou no portal oficial do instituto.
O Instituto Nacional da Criança (INAC) assinalou, na última semana, 980 denúncias de violência contra crianças em várias províncias do país, informou o Novo Jornal nesta terça-feira.
Segundo o relatório, 29 casos foram de abuso sexual, 95 de agressão física e psicológica, 223 de exploração de trabalho infantil e 229 referentes a fuga à paternidade.
O serviço S.O.S do INAC recebeu ainda várias denúncias de falta de prestação de alimentos e situações de crianças em condição de vulnerabilidade social.
Entre os casos mais chocantes reportados, uma menina de oito anos foi abusada sexualmente por dois homens, um primo e um conhecido, de 22 e 25 anos, na Camama, Luanda, aproveitando-se da ausência dos pais da criança.
No Kwanza-Sul, sete adolescentes com idades entre os 12 e os 14 anos foram explorados durante meses numa fazenda, trabalhando sob coacção e sem descanso.
Perante estes números, a direcção do INAC apela às populações para que denunciem qualquer situação de violência contra crianças através da linha 15015 ou no portal oficial do instituto.