
Nascido em Benguela, Matias Damásio cedo percebeu que o seu caminho passava pela música. Ainda jovem, parte para Luanda à procura de melhores condições de vida, levando consigo uma voz carregada de sentimento e uma escrita moldada pela fé, pela vivência e pelas emoções do quotidiano, marcas que viriam a definir a sua identidade artística.
A carreira tem início no ano 2000, em ambientes simples, sobretudo em festivais religiosos, onde a espiritualidade influenciou não apenas o timbre vocal, mas também a profundidade lírica das suas canções. A primeira grande exposição mediática surge com a participação no concurso televisivo Estrelas no Palco, no qual alcança o grupo dos doze finalistas, chamando a atenção do público e do meio artístico.
Segue-se a participação no Domingão Coca-Cola, ao lado da Banda Maravilha e de João Alexandre, onde conquista o segundo lugar. O reconhecimento nacional consolida-se em 2003, ano em que vence a gala À Sexta-feira, da Televisão Pública de Angola, com a interpretação do tema “Mãe Querida”, uma canção que se tornaria emblemática no seu percurso. No mesmo período, triunfa no Festival da Canção de Luanda e no Festival de Música Popular Angolana (Variante), afirmando-se como uma das vozes mais promissoras da música angolana.
Em Outubro de 2007, Matias Damásio alcança um marco simbólico ao vencer a 17.ª edição do Top dos Mais Queridos, promovido pela Rádio Nacional de Angola, com o tema “Porquê”. A distinção confirma a sua forte ligação ao público e a capacidade de transformar emoções colectivas em música.
A projecção internacional ganha força em Fevereiro de 2016, quando vence o Top Rádio Luanda 2015, realizado na Baía de Luanda. Nesse mesmo ano, conquista o mercado português com o tema “Loucos”, numa colaboração com Héber Marques, vocalista da banda portuguesa HMB. A canção atinge o 3.º lugar no top português de singles e o 2.º lugar no top de downloads, acumulando dezenas de milhões de visualizações no YouTube e tornando-se um dos maiores sucessos da música angolana em Portugal.
Em Janeiro de 2017, volta a vencer o Top Rádio Luanda, desta vez ao lado da cantora angolana Ary, no Complexo do Clube dos Caçadores. O ano fica ainda marcado pela estreia em palcos portugueses, com concertos em Moura, no Baixo Alentejo, pela actuação no MEO Sudoeste, e por apresentações nos emblemáticos Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e Coliseu do Porto, consolidando a sua presença no circuito musical europeu.
Ao longo do percurso, Matias Damásio construiu uma discografia consistente, marcada pela maturidade artística e por um forte compromisso com a identidade nacional:
Discografia
Vitória (2005)
Amor é Festa na Lixeira (2009)
Por Angola (2012)
Por Amor (2015 / 2016)
Augusta (2018)
Amar e Cantar Angola (2022)
Hoje, Matias Damásio afirma-se como mais do que um cantor. É um intérprete da alma angolana, um contador de histórias que transformou a dor, o amor e a esperança em canções que atravessam fronteiras sem perder a raiz. A sua voz permanece como memória viva de um país que aprende, geração após geração, a sentir em voz alta.
Nascido em Benguela, Matias Damásio cedo percebeu que o seu caminho passava pela música. Ainda jovem, parte para Luanda à procura de melhores condições de vida, levando consigo uma voz carregada de sentimento e uma escrita moldada pela fé, pela vivência e pelas emoções do quotidiano, marcas que viriam a definir a sua identidade artística.
A carreira tem início no ano 2000, em ambientes simples, sobretudo em festivais religiosos, onde a espiritualidade influenciou não apenas o timbre vocal, mas também a profundidade lírica das suas canções. A primeira grande exposição mediática surge com a participação no concurso televisivo Estrelas no Palco, no qual alcança o grupo dos doze finalistas, chamando a atenção do público e do meio artístico.
Segue-se a participação no Domingão Coca-Cola, ao lado da Banda Maravilha e de João Alexandre, onde conquista o segundo lugar. O reconhecimento nacional consolida-se em 2003, ano em que vence a gala À Sexta-feira, da Televisão Pública de Angola, com a interpretação do tema “Mãe Querida”, uma canção que se tornaria emblemática no seu percurso. No mesmo período, triunfa no Festival da Canção de Luanda e no Festival de Música Popular Angolana (Variante), afirmando-se como uma das vozes mais promissoras da música angolana.
Em Outubro de 2007, Matias Damásio alcança um marco simbólico ao vencer a 17.ª edição do Top dos Mais Queridos, promovido pela Rádio Nacional de Angola, com o tema “Porquê”. A distinção confirma a sua forte ligação ao público e a capacidade de transformar emoções colectivas em música.
A projecção internacional ganha força em Fevereiro de 2016, quando vence o Top Rádio Luanda 2015, realizado na Baía de Luanda. Nesse mesmo ano, conquista o mercado português com o tema “Loucos”, numa colaboração com Héber Marques, vocalista da banda portuguesa HMB. A canção atinge o 3.º lugar no top português de singles e o 2.º lugar no top de downloads, acumulando dezenas de milhões de visualizações no YouTube e tornando-se um dos maiores sucessos da música angolana em Portugal.
Em Janeiro de 2017, volta a vencer o Top Rádio Luanda, desta vez ao lado da cantora angolana Ary, no Complexo do Clube dos Caçadores. O ano fica ainda marcado pela estreia em palcos portugueses, com concertos em Moura, no Baixo Alentejo, pela actuação no MEO Sudoeste, e por apresentações nos emblemáticos Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e Coliseu do Porto, consolidando a sua presença no circuito musical europeu.
Ao longo do percurso, Matias Damásio construiu uma discografia consistente, marcada pela maturidade artística e por um forte compromisso com a identidade nacional:
Discografia
Vitória (2005)
Amor é Festa na Lixeira (2009)
Por Angola (2012)
Por Amor (2015 / 2016)
Augusta (2018)
Amar e Cantar Angola (2022)
Hoje, Matias Damásio afirma-se como mais do que um cantor. É um intérprete da alma angolana, um contador de histórias que transformou a dor, o amor e a esperança em canções que atravessam fronteiras sem perder a raiz. A sua voz permanece como memória viva de um país que aprende, geração após geração, a sentir em voz alta.