
As autoridades de Burkina Faso afirmam ter frustrado uma nova tentativa de golpe de Estado, num contexto de crescente tensão política no país da África Ocidental. O alegado plano terá sido descoberto na noite de sábado, 3 de Janeiro, antes de ser executado, segundo informações oficiais.
A denúncia foi inicialmente divulgada por um canal de televisão online próximo do Governo e confirmada posteriormente por responsáveis governamentais. De acordo com a Africanews, as autoridades garantem que a situação está sob controlo, embora as forças de defesa e segurança permaneçam em estado de alerta máximo.
Num pronunciamento transmitido pela televisão estatal, o ministro da Segurança, Mahamadou Sana, revelou que o plano visava desestabilizar o país através de uma série de assassinatos selectivos. A operação, segundo o governante, deveria começar por volta das 23 horas e teria como alvos dirigentes civis e militares.
De acordo com Sana, o chefe de Estado, Capitão Ibrahim Traoré, figurava entre os principais alvos, podendo ser atacado a curta distância ou através de uma acção destinada a atingir a sua residência. “Havia um plano em curso para desestabilizar o país através de assassinatos selectivos”, afirmou o ministro.
As autoridades indicam que as investigações continuam e que já foram efectuadas detenções. O ministro assegurou que todos os envolvidos serão encaminhados ao Ministério Público e responderão nos termos da lei.
Em declaração separada, Mahamadou Sana elogiou o trabalho dos serviços de inteligência, sublinhando que o seu profissionalismo foi determinante para impedir mais uma tentativa de desestabilização do país.
O alegado complô soma-se a uma série de tentativas de deposição do poder desde que o Capitão Ibrahim Traoré assumiu a liderança do país, em 2022, após a destituição do Tenente-Coronel Paul-Henri Damiba. Desde então, Burkina Faso vive um período marcado por instabilidade política e desafios permanentes à segurança.
As autoridades de Burkina Faso afirmam ter frustrado uma nova tentativa de golpe de Estado, num contexto de crescente tensão política no país da África Ocidental. O alegado plano terá sido descoberto na noite de sábado, 3 de Janeiro, antes de ser executado, segundo informações oficiais.
A denúncia foi inicialmente divulgada por um canal de televisão online próximo do Governo e confirmada posteriormente por responsáveis governamentais. De acordo com a Africanews, as autoridades garantem que a situação está sob controlo, embora as forças de defesa e segurança permaneçam em estado de alerta máximo.
Num pronunciamento transmitido pela televisão estatal, o ministro da Segurança, Mahamadou Sana, revelou que o plano visava desestabilizar o país através de uma série de assassinatos selectivos. A operação, segundo o governante, deveria começar por volta das 23 horas e teria como alvos dirigentes civis e militares.
De acordo com Sana, o chefe de Estado, Capitão Ibrahim Traoré, figurava entre os principais alvos, podendo ser atacado a curta distância ou através de uma acção destinada a atingir a sua residência. “Havia um plano em curso para desestabilizar o país através de assassinatos selectivos”, afirmou o ministro.
As autoridades indicam que as investigações continuam e que já foram efectuadas detenções. O ministro assegurou que todos os envolvidos serão encaminhados ao Ministério Público e responderão nos termos da lei.
Em declaração separada, Mahamadou Sana elogiou o trabalho dos serviços de inteligência, sublinhando que o seu profissionalismo foi determinante para impedir mais uma tentativa de desestabilização do país.
O alegado complô soma-se a uma série de tentativas de deposição do poder desde que o Capitão Ibrahim Traoré assumiu a liderança do país, em 2022, após a destituição do Tenente-Coronel Paul-Henri Damiba. Desde então, Burkina Faso vive um período marcado por instabilidade política e desafios permanentes à segurança.