
O Ministério da Cultura defendeu, neste sábado, 21 de Fevereiro, a necessidade de fortalecer a cooperação entre a língua oficial e as línguas nacionais de convivência, numa lógica de complementaridade e não de exclusão, com vista à edificação e valorização da angolanidade. A posição foi tornada pública por ocasião das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna, assinalado em todo o mundo.
De acordo com uma nota oficial consultada pelo ONgoma News, a instituição considera que a convivência harmoniosa entre o português e as línguas maternas africanas é essencial para preservar a identidade cultural e promover a inclusão social. O Ministério sublinha que as línguas nacionais desempenham um papel fundamental na construção de uma sociedade mais coesa, respeitando a diversidade linguística existente no país.
Em Angola, a efeméride assume um significado particular, tendo em conta o valor das línguas maternas como património imaterial de uma nação multicultural e plurilingue. Estas línguas representam não apenas instrumentos de comunicação, mas também veículos de transmissão de valores, tradições e conhecimentos ancestrais.
A nota destaca ainda que a celebração do Dia Internacional da Língua Materna constitui uma oportunidade para incentivar o estudo, a preservação e a valorização das línguas nacionais, através de instituições como o Instituto de Línguas Nacionais. O objectivo é garantir que estas línguas contribuam activamente para o desenvolvimento económico, o bem-estar social e o reforço da identidade nacional.
“Ao celebrarmos o Dia Internacional da Língua Materna, o Ministério da Cultura reafirma o compromisso de continuar a desenvolver políticas públicas que promovam a educação intercultural em prol do primado da paz e da justiça social”, refere o documento.
O Dia Internacional da Língua Materna foi instituído pela UNESCO, com o propósito de promover o respeito pela diversidade linguística e cultural em todo o mundo, incentivando a preservação das línguas maternas como elemento essencial da identidade dos povos.
O Ministério da Cultura defendeu, neste sábado, 21 de Fevereiro, a necessidade de fortalecer a cooperação entre a língua oficial e as línguas nacionais de convivência, numa lógica de complementaridade e não de exclusão, com vista à edificação e valorização da angolanidade. A posição foi tornada pública por ocasião das celebrações do Dia Internacional da Língua Materna, assinalado em todo o mundo.
De acordo com uma nota oficial consultada pelo ONgoma News, a instituição considera que a convivência harmoniosa entre o português e as línguas maternas africanas é essencial para preservar a identidade cultural e promover a inclusão social. O Ministério sublinha que as línguas nacionais desempenham um papel fundamental na construção de uma sociedade mais coesa, respeitando a diversidade linguística existente no país.
Em Angola, a efeméride assume um significado particular, tendo em conta o valor das línguas maternas como património imaterial de uma nação multicultural e plurilingue. Estas línguas representam não apenas instrumentos de comunicação, mas também veículos de transmissão de valores, tradições e conhecimentos ancestrais.
A nota destaca ainda que a celebração do Dia Internacional da Língua Materna constitui uma oportunidade para incentivar o estudo, a preservação e a valorização das línguas nacionais, através de instituições como o Instituto de Línguas Nacionais. O objectivo é garantir que estas línguas contribuam activamente para o desenvolvimento económico, o bem-estar social e o reforço da identidade nacional.
“Ao celebrarmos o Dia Internacional da Língua Materna, o Ministério da Cultura reafirma o compromisso de continuar a desenvolver políticas públicas que promovam a educação intercultural em prol do primado da paz e da justiça social”, refere o documento.
O Dia Internacional da Língua Materna foi instituído pela UNESCO, com o propósito de promover o respeito pela diversidade linguística e cultural em todo o mundo, incentivando a preservação das línguas maternas como elemento essencial da identidade dos povos.