
O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, responsabilizou o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pela chegada de centenas de milhares de migrantes venezuelanos ao território norte-americano, alegando que o fenómeno não é espontâneo, mas resultado de uma acção deliberada do governo de Caracas.
Sem apresentar provas, Trump afirmou que Maduro terá “esvaziado prisões e hospitais psiquiátricos”, forçando detentos e pacientes a migrarem para os Estados Unidos. As declarações surgem num contexto de reforço do discurso sobre imigração e segurança interna.
O Presidente norte-americano voltou também a centrar-se no combate ao tráfico de drogas, em particular de fentanil e cocaína, acusando redes criminosas de operarem a partir da Venezuela. Nesse quadro, dois grupos venezuelanos, o Tren de Aragua e o chamado Cartel de los Soles foram designados como Organizações Terroristas Estrangeiras.
Trump alegou ainda que o Cartel de los Soles é liderado pelo próprio Nicolás Maduro, acusação que tem sido contestada por analistas internacionais. Especialistas sublinham que o Cartel de los Soles não constitui uma organização hierárquica formal, sendo antes um termo utilizado para descrever redes de funcionários corruptos que facilitariam o tráfico de cocaína através do território venezuelano.
Nicolás Maduro rejeitou veementemente as acusações, negando qualquer ligação ao narcotráfico. O Presidente venezuelano acusou os Estados Unidos de utilizarem a chamada “guerra contra as drogas” como pretexto para tentar depô-lo e garantir acesso às vastas reservas de petróleo da Venezuela.
A Venezuela possui as maiores reservas comprovadas de petróleo bruto do mundo, e o sector petrolífero financia mais de metade do orçamento do Estado. Contudo, a produção e as exportações têm sido afectadas por sanções internacionais, falta de investimento e problemas de gestão na empresa petrolífera estatal.
O episódio volta a evidenciar as tensões persistentes entre Washington e Caracas, num contexto marcado pela crise migratória, pelo narcotráfico e pela disputa geopolítica em torno da energia.
Fonte: BBC News
O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, responsabilizou o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pela chegada de centenas de milhares de migrantes venezuelanos ao território norte-americano, alegando que o fenómeno não é espontâneo, mas resultado de uma acção deliberada do governo de Caracas.
Sem apresentar provas, Trump afirmou que Maduro terá “esvaziado prisões e hospitais psiquiátricos”, forçando detentos e pacientes a migrarem para os Estados Unidos. As declarações surgem num contexto de reforço do discurso sobre imigração e segurança interna.
O Presidente norte-americano voltou também a centrar-se no combate ao tráfico de drogas, em particular de fentanil e cocaína, acusando redes criminosas de operarem a partir da Venezuela. Nesse quadro, dois grupos venezuelanos, o Tren de Aragua e o chamado Cartel de los Soles foram designados como Organizações Terroristas Estrangeiras.
Trump alegou ainda que o Cartel de los Soles é liderado pelo próprio Nicolás Maduro, acusação que tem sido contestada por analistas internacionais. Especialistas sublinham que o Cartel de los Soles não constitui uma organização hierárquica formal, sendo antes um termo utilizado para descrever redes de funcionários corruptos que facilitariam o tráfico de cocaína através do território venezuelano.
Nicolás Maduro rejeitou veementemente as acusações, negando qualquer ligação ao narcotráfico. O Presidente venezuelano acusou os Estados Unidos de utilizarem a chamada “guerra contra as drogas” como pretexto para tentar depô-lo e garantir acesso às vastas reservas de petróleo da Venezuela.
A Venezuela possui as maiores reservas comprovadas de petróleo bruto do mundo, e o sector petrolífero financia mais de metade do orçamento do Estado. Contudo, a produção e as exportações têm sido afectadas por sanções internacionais, falta de investimento e problemas de gestão na empresa petrolífera estatal.
O episódio volta a evidenciar as tensões persistentes entre Washington e Caracas, num contexto marcado pela crise migratória, pelo narcotráfico e pela disputa geopolítica em torno da energia.
Fonte: BBC News