A província do Huambo está a dar passos firmes para se tornar um importante exportador de abacate, com a primeira remessa da fruta, do tipo Hass, prevista para chegar à Europa ainda este ano. A informação foi avançada pelo diretor do Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico do Huambo, António Sapalo Dalo, que assegurou que todas as condições logísticas e de produção estão a ser acauteladas para viabilizar este processo.
Em declarações à RNA, o director afirmou que, este avanço insere-se no âmbito do funcionamento do Corredor do Lobito, uma infraestrutura crucial que visa dinamizar o escoamento de produtos angolanos para os mercados internacionais. "Já é um facto que a nossa produção de abacate, também associada ao Corredor do Lobito, permitirá que a exportação do abacate tipo Hass seja feita com a primeira remessa ainda este ano", garantiu o diretor.
Ele acrescentou que o produto alimentar não é o único na região, e que ainda há muitos outros sectores para serem aproveitados "Temos um potencial muito grande, que ainda não está a ser explorado na sua potência máxima", sublinhou, indicando que este é apenas o começo de um projecto ambicioso que visa alavancar a economia local e nacional.
A província do Huambo está a dar passos firmes para se tornar um importante exportador de abacate, com a primeira remessa da fruta, do tipo Hass, prevista para chegar à Europa ainda este ano. A informação foi avançada pelo diretor do Gabinete Provincial de Desenvolvimento Económico do Huambo, António Sapalo Dalo, que assegurou que todas as condições logísticas e de produção estão a ser acauteladas para viabilizar este processo.
Em declarações à RNA, o director afirmou que, este avanço insere-se no âmbito do funcionamento do Corredor do Lobito, uma infraestrutura crucial que visa dinamizar o escoamento de produtos angolanos para os mercados internacionais. "Já é um facto que a nossa produção de abacate, também associada ao Corredor do Lobito, permitirá que a exportação do abacate tipo Hass seja feita com a primeira remessa ainda este ano", garantiu o diretor.
Ele acrescentou que o produto alimentar não é o único na região, e que ainda há muitos outros sectores para serem aproveitados "Temos um potencial muito grande, que ainda não está a ser explorado na sua potência máxima", sublinhou, indicando que este é apenas o começo de um projecto ambicioso que visa alavancar a economia local e nacional.